quarta-feira, 29 de maio de 2013

Tenho costume da leitura desde minha adolescência, eu morava em Santo André e cursava o SENAI em São Paulo, nas viagens diárias de ida, pois na volta tinha que viajar em pé e muitas vezes pendurado na porta do ônibus para poder chegar a tempo de ir para o Ensino Médio em São Caetano do Sul, sempre lia. Em casa tinha tempo para leitura apenas aos finais de semana. Na época existia uma coleção que era vendida em banca de jornais semanais, eu comprei e li todos. Depois com a faculdade, aulas também aos sábados, não era como hoje que licenciatura é em três anos e com janelas, não sobrava mais tempo para minhas leituras. Já na fase adulta, morando então em Fernandópolis retomei as leituras, na época era bancário. Hoje como professor, leio bastante também, mas sempre assuntos ligados a educação e matemática. Não perdi o gosto pela leitura, mas também não tenho mais ânimo para tal, pois a profissão quando levada a sério esgota muito.
A leitura além de nos levar a uma viagem imaginária, onde cada leitor vê os personagens de uma forma diferente, também nos leva a construir essa história de acordo com o contexto e nossa imaginação. O vocabulário do leitor se torna muito amplo e rico. Todo leitor adquiri uma experiência e prática de escrita.